Well, eu também estava morrendo de saudades de escrever aqui, porém sem nenhuma inspiração.
Saí do cinema louca para escrever e até surgiu a primeira frase pro texto: "Fui apresentada à Sra. Morte ainda muito jovem, com 8 anos de idade, e de uma maneira muito trágica". Durante anos, muitos anos, não soube lidar direito com esse assunto, afinal, quem saberia diante do suicídio? Mesmo após ter me tornado espírita ainda é difícil demais lidar com esse sentimento de separação e adeus que Ela representa. Eu sei que não é adeus para sempre, porque nada é para sempre, nem mesmo a separação das almas, mas como costumo dizer quando alguém está passando por isso: "o difícil é que do outro lado não tem conexão com esse, ou se tem, a mensagem não chega e não é possível passar um email ou adicionar no facebook". A falta de contato é que "mata" aqueles que ficaram do lado de cá.
Tem outra coisa que me sacudiu muito nesse filme: a questão dos nossos resgates cármicos. Por que será que umas pessoas amamos tanto e outras não podemos nem chegar perto? Inimigos de outras vidas? Talvez. Mas quem é mesmo que tinha a razão??? Não importa. Se conseguimos perceber isso agora, nessa atual existência, é porque já estamos em condições evolutivas de PERDOAR. Isso mesmo, perdoar, mesmo que a outra pessoa ainda não esteja percebendo, ou até mesmo não aceite nada disso e nos trate muito mal, ainda assim devemos trabalhar o perdão. E quem sabe o autoperdão? Não temos como saber (nem sempre temos) quem errou, quem torturou; será que não fomos nós os algozes? Por isso é fundamental o exercício do perdão e autoperdão.
Se estamos nessa vida novamente, com um novo projeto e uma nova missão de vida, se estamos tendo a chance de resgatar dívidas passadas com outras almas também em processo evolutivo é porque AQUELE que tudo comanda já nos perdoou faz tempo. Quem somos nós para duvidar disso.
Precisamos olhar o próximo com esse entendimento: estamos num processo de auto-ajuda, de evolução coletiva, não somos ilhas isoladas nessa jornada. Do contrário, ficaremos feito cão tonto, correndo atrás do próprio rabo sem jamais sair do lugar ou do espaço tempo/evolução.Coragem! É o que desejo a vocês, sobretudo a mim mesma!

É verdade coragem é o que precisamos até prá abandonar velhos padrões de pensamento... Parabéns pela volta! Beijos
ResponderExcluir