Como é difícil conviver com a dor alheia e muito pouco poder fazer para amenizar esse sofrimento.
Nunca soube lidar muito bem com emoções, muito menos as minhas. Minha última psicóloga disse que eu precisava desenvolver mais meu lado Yin (sensibilidade – feminino), pois só sei lidar com o Yang (força – masculino). Acho que chegou a hora.
Infelizmente, às vezes, as coisas precisam tomar um rumo drástico para que se possa achar um caminho e, dentro da vontade de Deus, a melhor solução.
Nesse último mês tenho aprendido muito mais de caridade que nem uma biblioteca inteira conseguiria me ensinar. Vou dar um exemplo: compaixão. Essa palavra sempre foi tão instigante para mim. Confesso, não conseguia entender ou mesmo senti-la até me deparar com uma pessoa doente clamando, silenciosamente, por ajuda. É triste ver o estrago que a depressão pode fazer num ser humano. Ela é silenciosa, sorrateira, cruel, vil....covarde.
No entanto, a hora é de ter fé, de dar a ajuda solicitada. Agora é hora de agir, pois ficar se lamuriando não vai ajudar em nada. É o que estamos fazendo. Só espero, do fundo do meu coração, que ainda dê tempo, que seja mesmo possível ajudar. É aí que entra o poder da Fé e, talvez, meu maior desafio nisso tudo.
Acho que posso fazer mais, porém não sei ao certo como ajudar. Tenho levado minha palavra amiga, mais que isso, meu amor. Um amor que nunca soube transmitir e demonstrar, mas que sempre existiu.
Uma coisa é certa, quando a saúde falta, a união se faz presente. E essa tem sido outra grande lição que estou aprendendo para toda vida. Demonstrações de carinho, afeto e um amor fraterno que transcende a toda e qualquer explicação que eu pudesse tentar explicar com palavras.
Apesar de toda dor que todos estamos sentindo, cada um a sua maneira, tenho muito a agradecer por tudo que estamos aprendendo com essa provação.
Esse blog foi criado com o intuito de compartilhar reflexões de todos os tipos: da vida, do dia-a-dia, das questões ambientais, enfim, foi a maneira que encontrei de dividir com meus amigos meus humildes "devaneios". Sejam todos bem vindos ao Bio Reflexões!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Salto quântico na hora do almoço
Hoje saí no meu horário de almoço com um único objetivo: pagar meu condomínio! Feito isso, fiquei meio "sem eira nem beira", afinal não tinha me programado pra fazer mais nada e como o tempo é curto, prefiro sair com um roteiro pré-estabelecido.
Enfim, com o calor que estava fazendo, resolvi voltar para e ficar no andar do restaurante, assim poderia continuar lendo um excelente livro sobre Física Quântica que comprei na Feira do Livro.
Pois bem, embarquei tanto naquela leitura, mas tanto mesmo que o tempo voou e lembrei que tava na hora de passar o crachá e voltar ao trabalho. Eu gravei que havia saído xx:25 pm. Ok, guardei o livro, levantei do sofá e fui em direção ao elevador. Nesse momento tive uma espécie de "salto quântico" negativo, pois o susto que tomei não tem explicação.
Do nada, como um salto mesmo, me dei por conta que eram 15:25 pm. Tive uma sensação inexplicável, mas vou tentar mesmo assim: foi como se eu tivesse saído para o almoço às 13:25 pm, ou seja, eu teria feito uma hora a mais de almoço. Por mais que alguem estivesse do meu lado para dizer que obviamente eu saí uma hora depois, não adiantava, era como se o tempo do relógio tivesse passado mesmo duas horas. A sensação desse espaço todo de tempo era quase real, mas como não tinha feito nada além de ir pagar o condomínio, como poderia ter se passado duas horas?
Desci, passei meu crachá no cartão ponto e voltei para a sala com um vazio esquisito, ainda não acreditava direito naquilo tudo. Acessei meu ponto eletrônico e sim, estava tudo certo.
Teria eu ido a outro plano de espaço/tempo?!
Seria isso o tal plano paralelo que falam por aí?!
Não sei ao certo ainda, mas que aquela leitura sobre Quântica estava me levando a outros horizontes, disso não tenho a menor sombra de dúvida.
Coisas "estranhas" ou por que não dizer "novas" têm me acontecido ultimamente...mas isso é história para outro post, ainda mais agora que engrenei os eixos de novo.
Enfim, com o calor que estava fazendo, resolvi voltar para e ficar no andar do restaurante, assim poderia continuar lendo um excelente livro sobre Física Quântica que comprei na Feira do Livro.
Pois bem, embarquei tanto naquela leitura, mas tanto mesmo que o tempo voou e lembrei que tava na hora de passar o crachá e voltar ao trabalho. Eu gravei que havia saído xx:25 pm. Ok, guardei o livro, levantei do sofá e fui em direção ao elevador. Nesse momento tive uma espécie de "salto quântico" negativo, pois o susto que tomei não tem explicação.
Do nada, como um salto mesmo, me dei por conta que eram 15:25 pm. Tive uma sensação inexplicável, mas vou tentar mesmo assim: foi como se eu tivesse saído para o almoço às 13:25 pm, ou seja, eu teria feito uma hora a mais de almoço. Por mais que alguem estivesse do meu lado para dizer que obviamente eu saí uma hora depois, não adiantava, era como se o tempo do relógio tivesse passado mesmo duas horas. A sensação desse espaço todo de tempo era quase real, mas como não tinha feito nada além de ir pagar o condomínio, como poderia ter se passado duas horas?
Desci, passei meu crachá no cartão ponto e voltei para a sala com um vazio esquisito, ainda não acreditava direito naquilo tudo. Acessei meu ponto eletrônico e sim, estava tudo certo.
Teria eu ido a outro plano de espaço/tempo?!
Seria isso o tal plano paralelo que falam por aí?!
Não sei ao certo ainda, mas que aquela leitura sobre Quântica estava me levando a outros horizontes, disso não tenho a menor sombra de dúvida.
Coisas "estranhas" ou por que não dizer "novas" têm me acontecido ultimamente...mas isso é história para outro post, ainda mais agora que engrenei os eixos de novo.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Mais uma história emocionante no cinema
Olá, quanto tempo! Pois é, estive mesmo sem ânimo para escrever ultimamente, mas fiquei muito feliz hoje quando minha amiga e visitante assídua falou que estava com saudades dos meus textos.
Well, eu também estava morrendo de saudades de escrever aqui, porém sem nenhuma inspiração.
Semana passada fui assistir ao "Filme dos Espíritos". Fazia tempo que não chorava tanto num filme, muito menos dentro do cinema. Esse filme é muito tocante, muito bem escrito, assistam.
Difícil? Óbvio, senão não se chamaria resgate ou espiação.
Precisamos olhar o próximo com esse entendimento: estamos num processo de auto-ajuda, de evolução coletiva, não somos ilhas isoladas nessa jornada. Do contrário, ficaremos feito cão tonto, correndo atrás do próprio rabo sem jamais sair do lugar ou do espaço tempo/evolução.
Coragem! É o que desejo a vocês, sobretudo a mim mesma!
Well, eu também estava morrendo de saudades de escrever aqui, porém sem nenhuma inspiração.
Saí do cinema louca para escrever e até surgiu a primeira frase pro texto: "Fui apresentada à Sra. Morte ainda muito jovem, com 8 anos de idade, e de uma maneira muito trágica". Durante anos, muitos anos, não soube lidar direito com esse assunto, afinal, quem saberia diante do suicídio? Mesmo após ter me tornado espírita ainda é difícil demais lidar com esse sentimento de separação e adeus que Ela representa. Eu sei que não é adeus para sempre, porque nada é para sempre, nem mesmo a separação das almas, mas como costumo dizer quando alguém está passando por isso: "o difícil é que do outro lado não tem conexão com esse, ou se tem, a mensagem não chega e não é possível passar um email ou adicionar no facebook". A falta de contato é que "mata" aqueles que ficaram do lado de cá.
Tem outra coisa que me sacudiu muito nesse filme: a questão dos nossos resgates cármicos. Por que será que umas pessoas amamos tanto e outras não podemos nem chegar perto? Inimigos de outras vidas? Talvez. Mas quem é mesmo que tinha a razão??? Não importa. Se conseguimos perceber isso agora, nessa atual existência, é porque já estamos em condições evolutivas de PERDOAR. Isso mesmo, perdoar, mesmo que a outra pessoa ainda não esteja percebendo, ou até mesmo não aceite nada disso e nos trate muito mal, ainda assim devemos trabalhar o perdão. E quem sabe o autoperdão? Não temos como saber (nem sempre temos) quem errou, quem torturou; será que não fomos nós os algozes? Por isso é fundamental o exercício do perdão e autoperdão.
Se estamos nessa vida novamente, com um novo projeto e uma nova missão de vida, se estamos tendo a chance de resgatar dívidas passadas com outras almas também em processo evolutivo é porque AQUELE que tudo comanda já nos perdoou faz tempo. Quem somos nós para duvidar disso.
Precisamos olhar o próximo com esse entendimento: estamos num processo de auto-ajuda, de evolução coletiva, não somos ilhas isoladas nessa jornada. Do contrário, ficaremos feito cão tonto, correndo atrás do próprio rabo sem jamais sair do lugar ou do espaço tempo/evolução.Coragem! É o que desejo a vocês, sobretudo a mim mesma!
Assinar:
Postagens (Atom)


