segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Justiça feita, tchau oi


No final do ano passado resolvi aderir à tecnologia 3G. Ai ai ai, chegou dar frio na barriga. Agora que havia saído da sibéria e minha scravuska funcionava tão bem...

Well, só pra variar um pouquinho (risos), fiz uma boa pesquisa de serviços/preços. Cheguei a conclusão que o melhor custo/benefício era o serviço da Oi. Mal sabia a enxaqueca que me esperava algumas semanas depois.

Liguei e fechei negócio. O problema começou ao desligar o telefone, pois a atendente me prometeu entrega do modem em 07 dias. Levou mais que o dobro. Testei e estava tudo funcionando. Ok, saí de férias tranquila, pois a Oi tinha um plano com "degustação", que consistia em provar o produto por 02 meses sem pagar conta alguma e sem fidelidade.

Perfeito!!!! Se fosse verdade. Vou tentar resumir a ópera. Como estava saindo em férias e fui para o interior e o sinal não pega lá, nem me estressei porque tinha a tal degustação. Quando retornei para casa na metade de janeiro de 2010, havia uma conta vencida, no valor de R$ 5,33. Não entendi nada. O plano era de R$ 79,90 após a degustação, ou o excedente. Excedente???? Eu não usei o produto, estava em férias!!! Ok, ok, sem estresse, liguei e solicitei explicações. Me disseram que iria para análise e em 7 dias me dariam uma resposta. Viajei novamente, só que para fora do estado, mas meu telefone funciona e nenhuma ligação foi recebida da Oi.

Final das férias, de volta a Porto Alegre, oba...vou usar minha super-ultra-mega poderosa internet 3G...Ia usar, porque ela não funcionou. Liguei para 1053 e após dizer mil vezes meu nome, meu CPF, tipo sanguíneo e opção sexual, fui atendida. Não funcionava, nem iria funcionar, pois estava bloqueado por falta de pagamento!

O quê??????????????????????????????

Na boa, virei bixo, brabo, muito brabo, cão raivoso. Mas como assim bloqueado por falta de pagamento??? E a maldita degustação de 02 meses sem pagamento para ver se gostava do serviço????

Nem preciso dizer que a saga ligações infindáveis, com musiquinhas diabolicamente irritantes estava apenas começando né?!

Pois é, não teria espaço nem alegria em descrever aqui o que eu passei com estas ligações por mais de uma semana. Ahhh, e se não bastasse estar sem internet, outra conta chegou, agora no valor de R$ 62,81. Sinceramente, de onde eles tiram estes valores????

Well, não era minha intenção, mas acabei me irritando tanto, que seria muito hipócrita se continuasse com essa empresa após tudo que eles me humilharam no telefone. Não contabilizei, mas foram horas. Só em números de protocolos de ligação eu tenho quinze. Ufa, consegui, plano cancelado. Muito bem, mas fiquei a ver navios, afinal, eu comprei um modem e não tinha mais sinal 3G, nem minha scravuska (cancelei quando a Oi chegou).

Fiquei tão irritada que decidi entrar no JEC (Juizado Especial Cível) contra a Oi. Ah pára, eles não podem fazer o consumir de palhaço desse jeito e ficar ilesos! Conversei com meu colega/amigo estudante de Direito e ele me ajudou a fazer a petição. Quando terminei de redigir telefonema por telefonema, estava tão irritada, que só agora entendi da onde consegui uma gastrite.

1ª audiência - ai que nervoso. Nunca fui numa audiência em minha vida. Mas vamo-que-vamo. E fui mesmo, na cara e na coragem, sem advogado. Solita. No início fiquei meio tímida. Mas foi só eu saber que eles queriam me dar R$ 500,00 em créditos no meu celular, pra eu virar bicho (de novo). Mas é óbvio que eu mantive a elegância né, mas argumentando muito bem minha recusa ao que eles chamaram de proposta e eu de desaforo! Mais uma humilhação. Tentaram oferecer em dinheiro. Não aceitei! Eu pedi R$ 5.000,00 na petição e já foi pouco. Eles vem com 10% e em créditos!!! Desaforo!

Nova audiência marcada para o mês seguinte.

2ª audiência - fui disposta a aceitar a antiga proposta, pois já vi que estas empresas fazem o que querem com o consumidor e, muito pouco, a Justiça consegue contra eles. No fundo, tinha esperança de que eles trouxessem outra proposta para mim. No mínimo, mais descente. Algumas pessoas me disseram que eu deveria ter aceitado o que ofereceram na primeira audiência. Não me arrependo, apostei na Justiça, não era absurdo o que estava pedindo. E graças a Deus segui minha intuição. Eles me trouxeram uma proposta justa e eu aceitei.

Justiça foi feita e eu fiquei muito feliz com o resultado. Valeu a pena acreditar na Justiça.

Chega de estresse.

Tchau pra Oi. Nunca mais...

Um imenso playground

Estava lendo um texto na internet estes dias e adorei essa frase: "devemos resgatar a criança interior que existe dentro de nós, voltar a acreditar nos sonhos, aceitar que a vida pode e deve ser um imenso playground". 


Quando somos crianças, acreditamos cegamente em nossos sonhos, por mais lunáticos que eles pareçam. Infelizmente, quando crescemos, sufocamos essa criança interior, escondendo-a lá no fundo do nosso coração, num eterno esconde-esconde. Ficamos querendo ser gente grande logo e não temos tempo a perder com essas bobagens de criança.


O lance é bem esse mesmo, libertar a criança escondida dentro de nós, pois ela nunca vai morrer, só precisa ser resgatada. Mas isso não significa que seremos irresponsáveis ou infantis. Significa sim ser mais leve, mais solto, brincar mais, rir mais do nosso dia-a-dia, acreditar de novo nos sonhos e, o mais importante, ir atrás deles.


Fico observando as crianças da minha vida e me lembro do quanto eu era sonhadora, queria ser decoradora quando crescesse, pois brincar de casinha e distribuir os móveis feitos com caixinhas de remédio era o máximo. Até tentei, me formei Técnico em Edificações, mas, definitivamente, percebi que não tinha o menor talento.


Lembro com ternura daquela pequena e sonhadora Cris e foi por ela que fui à luta para realizar todos os meus sonhos. Alguns não consegui, tudo bem. No início muito do que eu desejava era material, queria uma barbie, um roupeirinho de madeira para ela. Depois fui crescendo e escondendo a criança interior, daí os desejos foram se modificando, com 20 anos eu queria um carro, mas primeiro precisava aprender a dirigir, tudo bem, aprendi. E comprei o carro. Quando tinha 25 anos e vim morar em Porto Alegre. Disse a mim mesma: realizei meu maior sonho! Aqui estou eu, na cidade grande! Well, e agora? Agora preciso sonhar outros sonhos, pois a vida sem sonhos não tem graça, é cinza. No ano passado fiz rapel numa cachoeira enorme, 60 metros. Pronto, sonhar se tornou um vício!!! 


A formação superior está a caminho, falta muito pouco. E depois? Depois eu não sei, só sei que sou feliz em poder sempre continuar sonhando, alimentando a criança interior que sempre existiu dentro de mim.


E vamos combinar uma coisa: quem não sabe brincar, nem desce pro Play, ok?

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O nômade

Tenho um amigo que não finca raízes tão fácil não. Aliás, ele não finca raízes, é como o dente-de-leão, solto ao vento. Quando eu penso que ele está numa cidade, ele já mudou pra outra faz tempo e as malas estão sendo feitas de novo. Hehe. Falei com ele ontem e soube que está no Haiti. Isso mesmo, no Haiti!!!!

O Brasil ficou pequeno pras andanças desse adorável nômade. Agora ele foi longe demais, mas não estou falando só da distância (km), e sim do quanto significa ir trabalhar no Haiti, que mesmo antes do terremoto, já sofria com tanta miséria e carência de tudo que se possa imaginar. Muito mais que trabalhar, ele foi ajudar na reconstrução da dignidade daquele povo. É por isso que cada vez mais o admiro, em todos os sentidos.

Mooooooorro de inveja dele, no melhor sentido da palavra é claro. Na boa, eu queria muito viver assim: livre, ao sabor dos ventos, no melhor estilo descobridor dos 7 mares. Porém, acho que é utópico demais pra mim pensar numa vida nômade, talvez por eu ser  tão enraizada na estabilidade do serviço público, da família, dos amigos por perto, da casa própria e tudo mais. 

Eu bem que gostaria de me desprender dessas "seguranças" e "estabilidades". Mas acho que não sou capaz. No fundo, no fundo, será que temos mesmo tudo isso que nos aprisiona tanto? Será que temos mesmo essa estabilidade toda? Sabe que já tô desconfiando que é tudo ilusão! Acho que acordei de Matrix! Por que não?

Esse mundo é muito louco e nosso ritmo de vida mais ainda. Mas então por que nos apegamos tanto a ele? Talvez a resposta seja simples: é a única coisa que conhecemos. Lançar-se ao desconhecido assusta, muitas vezes paralisa.

Admiro a coragem dos que se lançam de cabeça na vida sem pestanejar, sem olhar pra trás, como num bung jump. Aliás, pra isso eu tenho coragem e ainda farei: pular de bung jump, andar de asa delta, saltar de pára-quedas e se esqueci algo mais, também quero fazer. É o mais próximo que consigo chegar de ter uma vida tão livre assim, por enquanto!!! 

Já me disseram que sou muito controladora, talvez seja até verdade. Acredito que aí está a razão do meu “medo” de se jogar de cabeça na vida e viver da mesma forma que meu amigo andarilho. Quando tu deixa a vida te levar, tu perde o controle (se é que temos mesmo o controle), mas em compensação, saboreia o vento na cara, que nem criança na janela do carro sabe?

Já vi que tenho muito a aprender com meu amigo nômade e deixar mais a vida me levar. Quem sabe um dia eu tenha a sorte dele passar por aqui e me dar a honra de ouvir as histórias dessas andanças. 

domingo, 19 de setembro de 2010

Orgulho de ser gaúcho!

Setembro é o mês mais gaúcho de todos. É nele que comemoramos o orgulho de ser esse povo cheio de tradições e que honra sua história.

Para alguns gaúchos (será?) comemoramos uma guerra perdida. Tudo bem, perdida ou não, a Revolução Farroupilha significa para nós gaúchos tradicionalistas o orgulho de lutar pelos nossos ideais e por justiça. Foi uma guerra civil que durou 10 anos e derramou muito sangue sob nosso solo. Terrível? Claro, qual guerra é bonita?! Mas se não fosse assim, como diz nosso hino (que todo gaúcho que se preze sabe na ponta da língua): povo que não virtude acaba por ser escravo! O gaúcho é conhecido por ser meio tosco, briguento. E somos mesmo por quê? Vai encarar? (risos). Não levamos desaforo para casa mesmo. Se há injustiça, se estamos defendendo nossos direitos, há luta sim. Isso é herança farrapa, está no DNA da alma gaúcha. Não se ensina na sala de aula. Nasce com a gente.

O que sentimos pelo Rio Grande é o mais profundo e verdadeiro amor. Não tem palavras que consigam expressar 100% esse sentimento. Nos chamam de bairristas, mas é óbvio, somos mesmo, em todos os níveis, desde o Rio Grande inteiro até o nosso bairro, nosso time, nossa rua, e por aí vai. O que importa é defender com unhas e dentes ou, lanças e adagas, nosso território, nossos ideais. Mas hoje em dia não precisa derramar sangue, porém a garra jamais mudou dentro da alma gaúcha.

É por isso que o mês farroupilha é o mês mais gaúcho do calendário. Esse orgulho está dentro de nós o ano inteiro, mas em setembro aflora, assim como a primavera, que chega dias depois do 20 de setembro, e demonstramos todo esse respeito e amor pela tradição gaúcha, mui rica por sinal.

Enfim, setembro está para os gaúchos, assim como fevereiro está para os cariocas!

É o mês que exibimos cheios de orgulhos nossa tradição e nosso AMOR PELO RIO GRANDE!


HINO RIOGRANDENSE
Composição: Francisco Pinto da Fontoura / Joaquim José de Mendanha


Como a aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o 20 de Setembro
O precursor da liberdade

Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo

sábado, 18 de setembro de 2010

Uma viagem cheia de histórias pra contar - PARTE FINAL

Após perceber que havia deixado a bolsa com os documentos em casa, obviamente, qualquer um teria vontade de se matar não é mesmo?

Pois é, mas estamos falando de Rosane e o óbvio não faz parte de sua vida, pra nossa sorte. Muito calmamente ela respondeu: “não é pra eu ir! É um sinal”. Ahh, deixa eu explicar, ela sempre sai com essa de sinais!!! E depois eu que sou a mística, rssssss.

Cristiane e eu ficamos atônicas e frustradas, como fomos deixar isso acontecer. Mas tudo bem, não adiantaria nada ficar se esbofeteando ou gritando, etc e tal. Que pena!!! Havíamos combinado essa viagem juntas, mas se o destino assim não quer, fazer o quê?

Chegando na rodoviária, já estavam todos lá esperando a partida da excursão. Contamos o ocorrido e a outra Rosane, organizadora do evento muito tranquilamente respondeu: “mas isso não é problema, tu só não vai comprar nada no teu nome”. Mas e o dinheiro????? Se perguntariam vocês numa hora dessas...mas quem tem amigos não morre na mingua, hehehehe, de Rosane pra Rosane foi feito um empréstimo.

Pé na tábua motorista que lá vamos nós.

E seguimos rumo a Jaguarão, mais precisamente, a cidade de Rio Branco no Uruguay. Nem preciso dizer o quanto foi divertida a viagem, muitas compras. Pra que melhor que comprar? Consumismo feminino, claro!

E ainda pra completar, reencontrei a Jussara, grande amiga, quase mãe, que mudou pra Jaguarão ano passado. Em algumas horas ela me apresentou a simpática cidade com sua arquitetura histórica.

Na volta, exaustos de tanto caminhar ponte pra lá, ponte pra cá e muito vento para nos deixar ainda mais cansados, só nos restava voltar felizes para nossas casinhas certo? Errado! Ainda tinha mais uma surpresa: a fiscalização! Sim! Ela existe e entra em todos os ônibus de excursão. Não seria diferente conosco né. Pois bem, o fiscal pediu a lista de nomes para o motorista e entrou para ver a carinha dos muambeiros (risos). Mas o detalhe é que ele veio, e veio, até o fundo do ônibus. Parou ao lado do banco da gente, olhou para o Valter e pediu a identidade. Nosso amigo vestia uma jaqueta do inter. GELAMOS! E AGORA? Conferido o nome com a lista, ele nos desejou boa viagem.

UUUUUUUUUFA! Essa foi por pouco. Viu só Rosane, fala mal de gremista agora? Se não fosse isso ele poderia ter pedido a tua identidade e não a do Valter.

E assim foi o final de uma viagem muito boa, surpreendente.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Confusão na estação rodoviária

Após um excelente final de semana em ótima cia da minha amiga Rosi em Capão da Canoa, dias ensolarados, clima agradável, chega a triste hora de partir.
Minha amiga me levou até a rodoviária. Fazer o que, tem que voltar né. Despedida, abraços, choros, etc e tal e cadê a bolsa. Cadê a carteira, onde está a passagem?????

A casa caiu.

Bota a mala no chão e revira tudo, tem que estar ali dentro. E joga toalha prum lado, roupa suja pra outro, e nada da carteira. E como num passe de mágica, bolsas começaram a aparecer, mas nenhuma era minha, muito estranho. Parecia um portal, conectado com uma loja só de bolsas. Não parava de aparecer bolsa, mas a minha, nem pensar!!!

E o horário do ônibus estouradérrimo....a atendente disse que só venderia um bilhete se tivesse lugar vago no carro que chegaria de Osório! Mas cadê a carteira com o dinheiro????
Arrastei aquela mala numa rua sem calçamento, a poeira subindo e meu nervos também. SOCORRO!!!!!

Quando me dei por conta, eu havia pegado a mala errada no guarda-volumes do shopping. Shopping?????
Que shopping tem guarda-volumes??? E por que eu deixei minha mala com a bolsa lá? O tempo totalmente estourado, não dava nem mais pra comprar a passagem porque o ônibus estava saindo para Porto Alegre.

Meu Deus e agora??? O que farei??? Isso até parece um pesadelo!!!

TRIRIIIIIIIIIIMMMMMMMM

Tocou o despertador, estava na hora de levantar e esquecer esse pesadelo horroroso.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Uma viagem cheia de histórias pra contar...PARTE I

Sexta-feira passada, início do feriadão, saí do trabalho em cima da hora de pegar o ônibus para Arambaré, uma de minhas terra-natal, digamos assim, pois tenho umas três, rssssss. Como assim??? A pessoa nasceu em 3 lugares??? Não!!!!!! É simples de explicar, mas como sou eu quem estou contando, tem que ser mais enfeitado né. Mas vamos lá, eu nasci em Camaquã-RS, mas meus pais eram de Santa Rita do Sul, 3º Distrito de Camaquã. 
Há menos de 20 anos muitos Distritos se emanciparam, dentre eles, Arambaré e, hoje, Santa Rita do Sul virou o 2º Distrito de Arambaré, portanto, me considero filha dos 3 locais...se bem que eu me criei em Guaíba, mas daí já é outro papo ok.
Well, voltando ao feriadão de 7 de setembro. Embarquei no ônibus, que nessa época do ano só tem um horário,  nos 5 minutos da tolerância, ou seja, quase perdi! O feriadão já começou com emoção.
Cheguei lá e minha prima já me esperava para irmos pra Sta. Rita, no dia seguinte, ou melhor, madrugada seguinte, embarcaríamos numa excursão para Jaguarão, objetivo: atravessar para o Uruguay e comprar mooooito.
Nem o galo tinha cantado ainda e já estávamos de pé, a caminho de Arambaré para sairmos em excursão 5h. Santa Rita do Sul fica à 17km de Aramba, uns 25 minutos de carro em estrada de chão em condições normais, porém, choveu a semana inteira e a viagem dobrou de tempo. Chegando em Aramba, faltando 5 minutos para 5h e só nós para embarcar, Rosane lembra que esqueceu a bolsa em cima do sofá da sala. Sim, em Sta. Rita!!!!!

Silêncio total dentro do carro!!!!! Quebrado pela indignação da Cristiane: "eu não acredito mana!!!!"



CONTINUA.....

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dia do Biólogo

Sei que estou há uma semana sem postar nada, mas essa semana foi mesmo uma loucura, correria no trabalho, mudanças, sempre é bom mudar, adoooooooro...enfim, é a vida em movimento. Até porque se não existisse movimento, não seria vida né?!
Mas o fato mais relevante e importante de hoje é o dia que se comemora em 03 de setembro: DIA DO BIÓLOGO!!!!

PARABÉNS A TODOS OS COLEGAS DESSA QUE É A MELHOR DE TODAS AS PROFISSÕES (tenho que puxar a brasa pro meu assado né!!! mas peraí, essa brasa foi feita com qual carvão???? Risos).

Ser biólogo é muito mais que ser um profissional de área x ou y, sempre repito isso, pois é o que sinto e acredito: ser biólogo é acreditar num estilo de vida que respeita todo e qualquer ser vivo desse planeta, e por que não de outros???? Estudar biologia é coisa de gente muito curiosa mesmo, pois a gente tem a audácia de querer saber como tudo acontece, como a vida se gera e tudo isso ñão só por curiosidade, mas por ser apaixonado pela vida e por suas inúmeras formas de existência.