quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mais uma história emocionante no cinema

Olá, quanto tempo! Pois é, estive mesmo sem ânimo para escrever ultimamente, mas fiquei muito feliz hoje quando minha amiga e visitante assídua falou que estava com saudades dos meus textos.

Well, eu também estava morrendo de saudades de escrever aqui, porém sem nenhuma inspiração.

Semana passada fui assistir ao "Filme dos Espíritos". Fazia tempo que não chorava tanto num filme, muito menos dentro do cinema. Esse filme é muito tocante, muito bem escrito, assistam.

Saí do cinema louca para escrever e até surgiu a primeira frase pro texto: "Fui apresentada à Sra. Morte ainda muito jovem, com 8 anos de idade, e de uma maneira muito trágica". Durante anos, muitos anos, não soube lidar direito com esse assunto, afinal, quem saberia diante do suicídio? Mesmo após ter me tornado espírita ainda é difícil demais lidar com esse sentimento de separação e adeus que Ela representa. Eu sei que não é adeus para sempre, porque nada é para sempre, nem mesmo a separação das almas, mas como costumo dizer quando alguém está passando por isso: "o difícil é que do outro lado não tem conexão com esse, ou se tem, a mensagem não chega e não é possível passar um email ou adicionar no facebook". A falta de contato é que "mata" aqueles que ficaram do lado de cá.

Tem outra coisa que me sacudiu muito nesse filme: a questão dos nossos resgates cármicos. Por que será que umas pessoas amamos tanto e outras não podemos nem chegar perto? Inimigos de outras vidas? Talvez. Mas quem é mesmo que tinha a razão??? Não importa. Se conseguimos perceber isso agora, nessa atual existência, é porque já estamos em condições evolutivas de PERDOAR. Isso mesmo, perdoar, mesmo que a outra pessoa ainda não esteja percebendo, ou até mesmo não aceite nada disso e nos trate muito mal, ainda assim devemos trabalhar o perdão. E quem sabe o autoperdão? Não temos como saber (nem sempre temos) quem errou, quem torturou; será que não fomos nós os algozes? Por isso é fundamental o exercício do perdão e autoperdão.

Difícil? Óbvio, senão não se chamaria resgate ou espiação.

Se estamos nessa vida novamente, com um novo projeto e uma nova missão de vida, se estamos tendo a chance de resgatar dívidas passadas com outras almas também em processo evolutivo é porque AQUELE que tudo comanda já nos perdoou faz tempo. Quem somos nós para duvidar disso.  

Precisamos olhar o próximo com esse entendimento: estamos num processo de auto-ajuda, de evolução coletiva, não somos ilhas isoladas nessa jornada. Do contrário, ficaremos feito cão tonto, correndo atrás do próprio rabo sem jamais sair do lugar ou do espaço tempo/evolução.

Coragem! É o que desejo a vocês, sobretudo a mim mesma!

Um comentário:

  1. É verdade coragem é o que precisamos até prá abandonar velhos padrões de pensamento... Parabéns pela volta! Beijos

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