segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Diário de bordo – 11º dia 17/02/2011 - Linha Turística de Curitiba

Hoje o dia é de ser bem turista. Como? A bordo da linha turística de Curitiba. Melhor que isso só aproveitando tudo ao máximo.

Primeira parada Jardim Botânico, cartão postal da cidade, não poderia faltar, é claro.

O lugar dispensa comentários, mas vou falar mesmo assim, pois trata-se de um espaço de muita paz e contato com a natureza, sem contar com a beleza da estufa de vidro. Um dia é pouco para conhecer tantos pontos turísticos lindos dessa cidade maravilhosa...apesar de querer ficar horas e horas por ali, seguimos para a próxima parada: Bosque Alemão.

Esse bosque eu não conhecia e, pra variar, foi de encher os olhos, pois é um recanto no meio da mata (sim, muitos mosquitos também, mas só a mim eles encontram como sempre, hehehe). O bosque tem uma trilha, que narra a história de João e Maria, dois irmãos perdidos na floresta que entram na casa da bruxa...que fofo...

Voltamos à parada da linha turística verdes de fome, mas pra nosso azar, provavelmente recém tinha passado um bus, o jeito era esperar, fazer o quê?

O melhor é que depois paramos na Ópera de Arames e por ali tem um restaurante dos deuses, onde a culpa nem passou por perto da mesa rsssssssssss. A Márcia foi de novo no Barreado, será que ela virou fã????

Well, bem alimentadas, fomos para a Ópera, que pra mim era o lugar mais fascinante desse trajeto. Era? Sim...mas depois eu conto por quê. Agora é hora de falar daqui, que continua com sua atmosfera de paz e serenidade no meio de uma capital brasileira, que em muitos lugares, nem parece uma grande cidade.

Paradinha rápida nas lojinhas de presentes, não resisti ao sabor do licor de cereja....hummm, delicioso.

Seguindo em frente, o lugar que eu mais ansiava conhecer nessa viagem: Parque Tanguá. Logo na entrada, avistamos, ainda de dentro do ônibus, o grande portal, cartão postal do parque. Em princípio, parece ser só isso que o local tem a apresentar. Ledo engano!!! Muitas surpresas estavam por vir, pois o parque além de enorme é majestoso. Fiquei mesmo boquiaberta com a grandiosidade e o silêncio daquele lugar. Por isso, apesar de amar a Ópera de Arames, agora meu lugar preferido em Curitiba é, sem sombras de dúvidas, o Parque Tanguá, lugar que eu ainda quero visitar muitas e muitas vezes.

As horas passaram e nem percebemos, mas com o cair do dia, melhor voltar para o Hostel e como o clima de Curitiba é mais frio, a volta foi congelante. A temperatura baixou muito e no topo do ônibus, com o vento na cara, parecia que o outono tinha chegado mais cedo. Mas nada como um banho bem quentinho pra espantar o frio. E depois, claro, comeeeeeeer. É mais um dia divino que chega ao fim.

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